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Mensagens

Linee editoriali - Nel 2º Seminario Internazionale sulla Formazione Paolina per la Missione

Tra le diverse letture inutili che occupano il mio tempo libero, qualche tempo fa ho scoperto un concetto italiano che diventa vera filosofia di vita e che mi è sembrato adatto per introdurre la tematica di oggi, perché rispecchia molto bene la situazione che stiamo vivendo oggi nella nostra Congregazione, in modo speciale in questa settimana dedicata al Seminario sulla formazione. Mi riferisco al concetto di “gattopardismo”.  Sicuramente gli italiani qui presenti sapranno di cosa si tratta. “Il Gattopardo” è un romanzo di Giuseppe Tomasi di Lampedusa che narra le trasformazioni avvenute nella vita e nella società siciliane durante il Risorgimento, in particolare dal momento del trapasso dal regime borbonico alla transizione unitaria del Regno d’Italia, seguita alla spedizione dei Mille di Giuseppe Garibaldi. Lungo la traccia narrativa, il nipote del principe di Salina pronuncia questa frase/concetto/filosofia, che diventa una sfida storica: « Se vogliamo che tutto rimanga ...

Em diálogo pela paz

No coração do Papa Francisco soa fortemente a dor dos cristãos perseguidos no mundo e de modo especial aqueles do Médio Oriente. Mas não somente os dos cristãos: a sua sensibilidade pastoral e paterna, como verdadeiro representante de Cristo no mundo, faz com que acolha o grito de todos os necessitados, independentemente da religião. Uma Igreja em saída, como tanto insiste, deve ir ao encontro de todos os que sofrem, de todos os excluídos, de todos os necessitados, de todos os que vivem nas diferentes periferias, físicas e existenciais.  Inúmeras vezes, particularmente durante o  Angelus  dominical e nas suas catequeses de quarta-feira, Francisco rezou pelas diferentes realidades de dor do mundo. Recorda regularmente da Síria ainda instável, da Ucrania e suas de feridas, da Terra Santa e seus “muros”, do Iraque ainda cheio de tensões. A esse último manifestou publicamente a vontade de visitar durante o próximo ano, sempre com o objetivo de promover a paz e a comun...

Un grido per la vita…

« Gli  indios e tutte le genti che in futuro giungeranno alla conoscenza dei cristiani, anche se vivono al di fuori della fede cristiana, possono usare in modo libero e lecito della propria libertà e del dominio delle proprie proprietà »  s criveva papa Paolo III, nel lontano 1537, sui diritti degli indigeni, popoli da poco conosciuti ma che molti volevano già sfruttare e schiavizzare. Nella stessa bolla papale  Sublimis Deus,  Paolo III attribuiva alla opera del  “ nemico del genere umano”  la divisione dell’umanità (e della Chiesa) che cercava di negare i diritti a questi nuovi popoli .  La Chiesa è stata sempre a favore degli indios, contro gli abusi dei conquistatori e tutti quelli che volevano sfruttarli, rubare le loro terre e ricchezze. Dopo Paolo III, almeno altri due Papi hanno difeso la causa indigena: Benedetto XIV, con la  Immensa pastorum  (1741), e Pio X, attraverso la  Lacrimabili statu  (1912). E oggi Papa Fran...

Todos somos missionários

Outubro é o mês missionário, especialmente neste ano em que o Papa proclamou outubro como “ Mês Missionário Extraordinário ” para celebrar o centenário da carta Apostólica  Maximum Illud  de seu predecessor o Papa Bento XV. No domingo 20, XXIX do Tempo Comum, celebraremos o Dia Mundial das Missões, mas já a inaugurar este mês, no dia 1º, celebramos a memória de Santa Teresa, padroeira das missões. De um modo ou de outro, toda a liturgia de outubro nos convida a dedicar uma atenção especial para esta realidade imprescindível da Igreja. Por isso o Papa nos propõe rezar nesta mesma intenção: “ para que o sopro do Espírito Santo suscite uma nova primavera missionária na Igreja ”. Etimologicamente a palavra “missão” significa “enviar”. Neste sentido toda a Igreja é missionária, porque é enviada “a todas as nações” para “ensinar e batizar”, a proclamar “o evangelho a toda criatura” (cf. Mc 16,15). Todos os cristãos são enviados a “ensinar a observar tudo o que Jesus mandou” ...

Promotores da justiça

Neste mês de julho o Papa Francisco nos convida a rezar por uma intenção muito delicada e importante: “ Para que todos aqueles que administram a justiça operem com integridade e para que a injustiça que atravessa o mundo não tenha a última palavra. ” Esta intenção de oração nos faz recordar da parábola da viúva e o juiz iníquo, narrada por Lucas (Lc 18,1-8): « Em certa cidade vivia um juiz que não temia a Deus nem respeitava os homens. Havia naquela cidade uma viúva que vinha ter com ele e lhe dizia: ‘Faz-me justiça contra o meu adversário’. Durante muito tempo ele não quis atendê-la. Mas depois disse consigo: ‘É certo que eu não temo a Deus nem respeito os homens; mas, porque esta viúva me importuna, vou fazer-lhe justiça, para que não venha incomodar-me indefinidamente’ ». A viúva que implora insistentemente por justiça é símbolo de todo cristão que deve combater as injustiças e ser promotor da justiça num mundo cheio de corrupção e exclusão. Devemos ser uma voz constante, pa...

Uma missão essencial

Neste mês muito rico liturgicamente, pois concentra diversas solenidades como a Ascensão do Senhor, Pentecostes, Santíssima Trindade e  Corpus Christi , o Papa Francisco nos pede para rezar pelos sacerdotes. Mais especificamente, “para que, com a sobriedade e humildade da sua vida, os sacerdotes se empenhem numa solidariedade ativa para com os mais pobres”.  Muito se tem falado sobre a crise de vocações atualmente. De fato, já são poucos os novos sacerdotes, um número insuficiente para atender a todas as necessidades da Igreja e da sociedade. Muitas vezes o mesmo padre acumula diversas funções, ou é pároco em diversas paróquias ao mesmo tempo. O seu serviço pastoral certamente é afetado, pois não consegue dar a todos a atenção que gostaria. Não consegue realizar ou seguir todos os projetos que pretenderia. Não consegue manter-se atualizado, pois é pouco o tempo para a leitura ou para participar de eventos de formação.  Todos, penso, estamos conscientes destas di...

Alla ricerca dell’altro

C’è qualche scintilla di speranza sotto l’ombra del razzismo e xenofobia che ha invaso l’Europa contemporanea… questo è il primo pensiero che mi viene in mente dopo aver letto l’intrigante libro di Donatella Ferrario,  Sconfinare: viaggio alla ricerca dell’altro e dell’altrove  (Edizioni San Paolo, 2019).  Donatella, giornalista milanese, ci invita a un viaggio, a muoverci, ad accompagnarla in un cammino verso l’altro e l’altrove, sconfinando frontiere, oltrepassando limiti, barriere, mura interne ed esterne che ci allontanano dall’altro, che ci soffocano e imprigionano nel nostro io.  Ci invita a partire… a prendere sentieri sconosciuti… ad andare per percorsi non sempre chiari e dritti, a volte improvvisati, ma sempre gratificanti. Itinerari di scoperta e liberazione: scoperta dell’altro e liberazione dell’io, dai pregiudizi, dai razzismi, dalla xenofobia, dai limiti… Ci invita a cercare degli incontri e dei dialoghi… a lasciarci contaminare dalla spera...