(publicado na Revista Familia Cristã) No dia 25 de Janeiro de 1959, há 50 anos, o Papa João XXIII anunciava a necessidade de convocar um novo Concílio Ecuménico, o 21º da História da Igreja – o anterior, Vaticano I, tinha ocorrido em 1870, mas sem grande repercussão. Na convocatória do Concílio Vaticano II, publicada apenas em 25 de Dezembro de 1961, o Papa especificou as razões do encontro: “A Igreja assiste a uma crise que aflige a sociedade humana”. João XXIII fazia assim um convite à Igreja para distinguir “os sinais dos tempos” (Mt 16,3) e manter-se vigilante e responsável, confiante em Cristo. O Concílio seria a resposta da Igreja ao desejo de colaborar mais eficazmente na solução dos problemas da época. Assim foi verdadeiramente. O primeiro documento aprovado pelos bispos conciliares, cerca de dois mil e duzentos, foi a Sacrosantum Concilium, sobre a Liturgia. A renovação da Liturgia era uma exigência unânime, fruto das transformações trazidas pelo movimento litúrgico iniciado n...
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