Avançar para o conteúdo principal

NATAL: a festa do amor!





Natal é sem dúvida uma festa mágica, especial, cheia de encanto. É um tempo que faz florescer sentimentos belos, faz nascer a alegria e favorece a unidade. Muitas pessoas que passam o ano inteiro distantes se encontram para celebrar esta festa. As famílias procuram comemorar unidas, com muita alegria e amor.
Este é o verdadeiro sentido do Natal: comemorar a alegria, a vida, o amor que nasce com Cristo e é transmitido a todos cristãos, que somos seus irmãos. Ao celebrarmos o nascimento de Jesus, celebramos o surgimento de um novo modo de viver. Um novo modo de ver Deus e de nos relacionarmos com ele. Um Deus mais próximo, mais amigo, mais amoroso... um Deus que é pai e mãe.
Celebramos também um novo modo de nos relacionarmos com as pessoas. Por Cristo todos nós nos tornamos irmãos e estamos intimamente ligados. Com todas as pessoas com as quais convivemos devemos ser caridosos, solidários e principalmente amigos.
É por isso que devemos festejar com muita alegria o Natal. Devemos sentir e viver o clima de paz, de felicidade, de satisfação de união... que envolve esta data especial. É gratificante unir as famílias, os amigos e mostrarmos o quanto gostamos deles e o quanto são especiais para nós.
Nossa sociedade acabou destruindo, em parte, o sentido original do Natal transformando-o num comércio, numa data para aumentar as vendas. Nossos Natais ficaram muito formais, mecânicos, tristes. Hoje nos preocupamos mais com os presentes que devemos comprar do que com o abraço que deveríamos dar. Mais com a comida do almoço ou da ceia do que com a reunião dos parentes e amigos. Nos preocupamos com as contas a pagar e nos esquecemos da alegria e do motivo da festa.
Resgatar o sentido verdadeiro do Natal é essencial para celebrarmos melhor esta data e todo o encanto que a envolve. Basta lembrarmos da simplicidade do local onde Jesus nasceu (uma manjedoura) e a alegria de Maria, de José e dos pastores, para vermos que o que realmente importa não são os presentes que damos ou ganhamos, e sim os sentimentos e o carinho que transmitimos e recebemos ao comemorar os 2000 anos do nascimento de nosso irmão e Senhor, Jesus Cristo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Carismas a serviço da Igreja

Maio é o mês mariano por excelência. Nossa atenção está voltada sobretudo para a Mãe e Rainha, sinal de acolhida, de encontro, de fé e de amor. Entretanto neste mês de Maria o Papa Francisco também nos convida a direcionar nossa atenção e orações para os diversos movimentos e grupos eclesiais, que simbolicamente podem ser vistos como este grande manto de Maria que, em nome do Filho Jesus, se abre para acolher, proteger e unir todos seus filhos. A intenção de oração de maio, apresentada pelo Papa Francisco no seu recente vídeo do mês, convida-nos a rezar “ para que os movimentos e grupos eclesiais redescubram cada dia a sua missão evangelizadora, pondo os próprios carismas a serviço das necessidades do mundo ”. “ A serviço ”, enfatiza o Papa. De fato, cada movimento é independente, mas estão todos a serviço da Igreja, ou seja, devem trabalhar em harmonia e unidade com os bispos e as paróquias. É essa característica de serviço que mantém o dinamismo da missão dos movimentos eclesiais, qu...

Munificentíssimo Deus

No editorial de Maio, recordamos a forte devoção à Nossa Senhora presente na comunidade cristã desde os primeiros tempos. Esta estima é confirmada mais uma vez neste mês de Agosto, pois no próximo dia 15 celebramos a Assunção de Maria ao Céu. Esta devoção surgiu no século IV, em Jerusalém, e é celebrada desde o século VI pelas igrejas do Oriente como solenidade. Chamada inicialmente de “trânsito” ou “dormição de Maria”, difundiu-se no Ocidente a partir do séculoXIV. Em 1 de Novembro de 1950 a Assunção de Nossa Senhora foi proclamada dogma de fé, pelo Papa Pio XII, através da bula Munificentissimus Deus. Após estabelecer a relação entre a Imaculada Conceição e a Assunção, e resumir os testemunhos da crença na Assunção, a devoção dos fiéis e o testemunho dos Santos Padres, Pio XII escreve: «Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus omnipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para ho...

DISCONNECT

“Desligados”, de Henry-Alex Rubin, é uma história cheia de histórias. É um filme sobre os perigos da internet, de um mundo cada vez mais conectado, onde estamos constantemente expostos. Sim, mas é essencialmente um filme sobre as relações humanas e o perigo de vivermos desconectados, ou “desligados”. Não convida o expectador a desligar-se da rede virtual, mas sim a ligar-se às pessoas que estão à sua volta, especialmente as pessoas que ama e que muitas vezes se tornam distantes sem que se perceba por qual motivo. Mais do que explorar as consequências da moderna tecnologia e de como esta determina o nosso dia-a-dia, “Desligados” faz um retrato perfeito das consequências e resultados da falta de relações pessoais, fruto de contextos familiares desestruturados que marcam a nossa sociedade. Fala de cônjuges que não dialogam, irmãos que não se apoiam, pais e filhos que não expressam os seus sentimentos e angústias. Fala de pessoas que se refugiam na internet pois é ali onde encontram o...