
Neste segundo domingo do advento a liturgia nos apresenta dois temas muito fortes, que acabam por estar ligados, são a libertação e a conversão. Os textos bíblicos deste domingo apresentam o caminho que devemos trilhar para bem nos prepararmos para o encontro com Nosso Senhor Jesus Cristo.
Já na primeira leitura, o profeta Isaías convoca-nos a preparar os caminhos para a vinda do Senhor. Isaías fala ao povo que vivia em exílio na Babilónia. Ele dá esperança aos exilados e mostra que o retorno à sua pátria, além de ser possível, virá em breve. Será um novo êxodo, um novo caminho de libertação, uma vida nova. E a frente do povo irá o Senhor, como o pastor que conduz o seu rebanho, protegendo-o e garantindo que chegará ao seu destino. O senhor manifesta a sua glória ao libertar e conduzir novamente o povo pelo deserto. Ele torna o caminho recto, sem obstáculos.
Isaías é chamado a falar ao coração do povo, pois quando se fala ao coração é exigido a sinceridade, a doçura, a segurança de se dizer a verdade. É assim que Deus se comunica com cada um de nós, falando ao nosso coração. Quando o escutamos, não há como resistir ao seu encanto. A conversão e o seguimento são imediatos.
O mesmo convite à conversão e vida nova é feito no evangelho de Marcos. Marcos é o primeiro evangelho a ser escrito, a primeira catequese das comunidades cristãs. E logo em seu início, recorda aos cristãos a necessidade de preparar-se, de preparar o mundo e a nós mesmos para a vinda de Cristo. No tempo do advento temos um momento privilegiado pois revivermos esta vinda. Em cada natal que celebramos, actualizamos a mensagem de Cristo e o recebemos novamente em nossa vida. Marcos actualiza a profecia de Isaías e convoca as comunidades cristãs para o encontro com Cristo.
Já no início do evangelho, vemos a figura de João Baptista. João é responsável pela união do antigo com o novo testamento. Ele é o elo que une os dois momentos da história da humanidade. Suas características físicas e sua atitude assemelham-no com os profetas do Antigo testamento. Mas ele anuncia a encarnação do Filho de Deus, a vinda de Jesus Cristo. Seu baptismo traz uma mensagem muito significativa. Mostra a confissão dos pecados do povo, um sinal de humildade; e mostra também a conversão, um sinal de esperança e confiança naquele que há de vir. João é o precursor, o mensageiro da boa nova. João é o anjo anunciado no capítulo 23 do Êxodo, que diz: “Vou enviar um anjo à vossa frente para que cuide de ti no caminho e te leve até ao lugar sagrado que preparei para ti”.
Igualmente o deserto, mencionado no evangelho, traz um simbolismo muito grande. O deserto lembra o êxodo, a libertação do povo hebreu, e a volta do exílio. Faz pensar também nas provações, na oração, na conversão, no silêncio, na escuta. Todos estes elementos são renovados no advento e nos convocam à meditação. Devemos meditar sobre como nos estamos a preparar para acolher o Cristo que nascerá, sobre o arrependimento dos nossos pecados, sobre a nossa conversão e mudança de vida.
Como nos recorda Pedro na segunda leitura, devemos empenhar-nos para agradar a Deus, devemos estar sempre preparados, pois o tempo de Deus é diferente do tempo da humanidade e não sabemos o dia nem a hora de sua volta definitiva. Certo é que o Senhor sempre cumpre as suas promessas. Sejamos dignos de o receber, com um coração puro e uma atitude coerente com as promessas que fizemos no nosso baptismo.
Já na primeira leitura, o profeta Isaías convoca-nos a preparar os caminhos para a vinda do Senhor. Isaías fala ao povo que vivia em exílio na Babilónia. Ele dá esperança aos exilados e mostra que o retorno à sua pátria, além de ser possível, virá em breve. Será um novo êxodo, um novo caminho de libertação, uma vida nova. E a frente do povo irá o Senhor, como o pastor que conduz o seu rebanho, protegendo-o e garantindo que chegará ao seu destino. O senhor manifesta a sua glória ao libertar e conduzir novamente o povo pelo deserto. Ele torna o caminho recto, sem obstáculos.
Isaías é chamado a falar ao coração do povo, pois quando se fala ao coração é exigido a sinceridade, a doçura, a segurança de se dizer a verdade. É assim que Deus se comunica com cada um de nós, falando ao nosso coração. Quando o escutamos, não há como resistir ao seu encanto. A conversão e o seguimento são imediatos.
O mesmo convite à conversão e vida nova é feito no evangelho de Marcos. Marcos é o primeiro evangelho a ser escrito, a primeira catequese das comunidades cristãs. E logo em seu início, recorda aos cristãos a necessidade de preparar-se, de preparar o mundo e a nós mesmos para a vinda de Cristo. No tempo do advento temos um momento privilegiado pois revivermos esta vinda. Em cada natal que celebramos, actualizamos a mensagem de Cristo e o recebemos novamente em nossa vida. Marcos actualiza a profecia de Isaías e convoca as comunidades cristãs para o encontro com Cristo.
Já no início do evangelho, vemos a figura de João Baptista. João é responsável pela união do antigo com o novo testamento. Ele é o elo que une os dois momentos da história da humanidade. Suas características físicas e sua atitude assemelham-no com os profetas do Antigo testamento. Mas ele anuncia a encarnação do Filho de Deus, a vinda de Jesus Cristo. Seu baptismo traz uma mensagem muito significativa. Mostra a confissão dos pecados do povo, um sinal de humildade; e mostra também a conversão, um sinal de esperança e confiança naquele que há de vir. João é o precursor, o mensageiro da boa nova. João é o anjo anunciado no capítulo 23 do Êxodo, que diz: “Vou enviar um anjo à vossa frente para que cuide de ti no caminho e te leve até ao lugar sagrado que preparei para ti”.
Igualmente o deserto, mencionado no evangelho, traz um simbolismo muito grande. O deserto lembra o êxodo, a libertação do povo hebreu, e a volta do exílio. Faz pensar também nas provações, na oração, na conversão, no silêncio, na escuta. Todos estes elementos são renovados no advento e nos convocam à meditação. Devemos meditar sobre como nos estamos a preparar para acolher o Cristo que nascerá, sobre o arrependimento dos nossos pecados, sobre a nossa conversão e mudança de vida.
Como nos recorda Pedro na segunda leitura, devemos empenhar-nos para agradar a Deus, devemos estar sempre preparados, pois o tempo de Deus é diferente do tempo da humanidade e não sabemos o dia nem a hora de sua volta definitiva. Certo é que o Senhor sempre cumpre as suas promessas. Sejamos dignos de o receber, com um coração puro e uma atitude coerente com as promessas que fizemos no nosso baptismo.
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